Forever and Ever ...
“Jamais acredite no “estou bem” de uma pessoa solitária.”
— Demografar.

Às vezes é bom sentir um pouco de saudade. Mas é só um pouquinho mesmo, saudade demais faz mal.

Raphael Henrique, Desalentou  (via silenciamente)

Regrinha básica: Viver um dia de cada vez e cada dia como se fosse o último.

Marcello Henrique.  (via s-implificadora)

Adormeço com a ideia tola de querer ser diferente do que sou, ou de que não sou como queria ser…

Anne Frank.   (via incortante)

Me desculpa, mas eu não sei amar pela metade. Eu não sei precisar apenas de vez em quando.

Renato Russo.  (via extinta)

No tempo certo,
tudo dará certo.

Cartas Rasgadas. (via emendarei)

E a receita é uma só: fazer as pazes com você mesmo, diminuir a expectativa e entender que felicidade não é ter. É ser.

Fernanda Mello.  (via s-implificadora)

Cada relacionamento entre duas pessoas é absolutamente único. Por isso você não pode amar duas pessoas da mesma maneira. Simplesmente não é possível. Você ama cada pessoa de modo diferente por ela ser quem ela é e pela especificidade do que ela recebe de você. E quanto mais vocês se conhecem, mais ricas são as cores desse relacionamento.

A Cabana. (via silenciamente)

A verdade é que eu morro de medo. Todos os dias quando acordo feito alma em lembrete, meu peito dói. A cada amanhecer e anoitecer meu coração se aperta de temor. Tenho medo, eu grito, e um eco desavisado retumba em minhas entranhas. Medo. De perder o ritmo da vida, de não ser o suficiente, de mim. O gosto ácido que retrai minha garganta é medo, e a dor penetrante nos meus ossos também. Medo de errar, de falhar com outros e ainda pior, comigo mesmo. Medo de me tornar o que eu tanto odeio, de desistir porque me sinto fraca, de parar de caminhar porque meus pés doem e a dificuldade me racha ao meio. Há medo evaporando minha pele, desfazendo minhas células, corroendo meus orgãos. Tenho medo! Medo de temer e não suportar. De ser pouco ou ser o excesso incabível. Medo de me entregar, de ser vulnerável quando a vida me obriga a ser forte. Tenho medo de perder a mim mesma, e tenho mais medo ainda de me encontrar. Porque lá no fundo eu sei, que quando o céu cai e as estrelas me cobrem, eu vomito medo, e engulo esperança.

Elise também ama, 1974.  (via silenciamente)
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